Arquivo mensal: abril 2012

Da Rua para as Casas – Grafite na Decoração

Padrão
 “Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…e reconhecer nela o seu lugar”
Carlos Drummond de Andrade

Diretamente dos muros para o mundo do designer de interiores, depois de muito preconceito, o trabalho dos grafiteiros começa a ser reconhecido. O que antigamente era considerado poluição visual, ultrapassou as barreiras da rua e virou arte. Ligado ao Hip Hop, o grafite é um método de mostrar artisticamente manifestações em paredes e muros públicos.

A Lei 12.408, atualizada em 26 de maio de 2011, prevê que a prática do grafite é considerada uma manifestação artística (mas deve ser praticada com a autorização do proprietário do imóvel público ou privado).

A palavra grafite é de origem italiana e significa “escritas feitas com carvão”. Os antigos romanos tinham o costume de escrever manifestações de protesto com carvão nas paredes de suas construções, como se fossem mensagens em cartazes. Tratavam-se de palavras proféticas e outras formas de divulgação de leis e acontecimentos públicos. Alguns destes grafites ainda podem ser vistos em sítios arqueológicos espalhados pela Itália. No século XX, mais precisamente no final da década de 60, jovens do Bronx, bairro de Nova York (EUA), restabeleceram esta forma de arte usando tintas spray.

O movimento de grafitar deixa o submundo da contravenção, rompe as barreiras e invade a casa das pessoas como uma arte reconhecida pelo seu valor estético. Ele chegou com força às tendências de moda e decoração.

É comum ver roupas, calçados e até bolsas de luxo, como as  ‘Louis Vuitton’ estampadas por motivos urbanos inspirados em grafite e tatoo. É também bastante comum vermos nas mostras de decoração paredes de ambientes de luxo trabalhadas em grafite.

O colorido que antes era restrito aos quartos de adolescentes e crianças agora faz parte da decoração de salas, escritórios e até mesmo grandes restaurantes. Seja nas paredes ou nas telas,  é uma das últimas tendências.

Se você está cansado das paredes brancas da sua casa, saiba que diferente da pichação essa arte é capaz de levar mais personalidade e descontração aos ambientes. É uma ótima opção para quebrar o branco tradicional.

Na hora de decorar é preciso ter cuidado para que as cores conversem bem com a mobília e com os acessórios do ambiente. Uma boa alternativa é investir em móveis cleans para que eles não entrem em conflito visual com a arte. Para evitar possíveis exageros, eleja apenas uma parede da sua casa.

Se o desenho for colorido, é importante que a superfície onde ele será aplicado seja neutra, de preferência branca. Para os menos ousados uma boa opção é investir em quadros e acessórios com esses motivos urbanos. Atualmente, encontramos várias opções no mercado.

Que tal você mesmo decorar as paredes da sua casa? Na Escola São Paulo, você encontra  o curso Grafite: Arte Urbana.

Eu amei!

Pesquisa:

http://fabricadmarco.wordpress.com/

Anúncios

Quase famosos – Facebook

Padrão

Ele não quis ser dono do Facebook   

Joe Green

Joe Green dividia o quarto na Universidade Harvard com  Mark Zuckerberg. Eles eram muito amigos e já tinham tocado um projeto juntos – a criação de um site em que os estudantes podiam dar nota para a aparência dos colegas. Para obter as fotos dos estudantes, Green e Zuckerberg tiveram de invadir computadores da universidade. Eles foram pegos e quase acabaram expulsos de Harvard. Por isso, Green ficou receoso em entrar na nova  aventura do colega: uma rede social chamada The Facebook. Preferiu focar nos estudos para terminar a faculdade e recusou a proposta de Zuck – que ofereceu ações em troca de participação no projeto.

Zuck

A decisão custou (muito) caro. O valor de mercado do Facebook,  é de US$ 100 bilhões. Isso significa que, ao recusar as ações, Green deixou de ganhar cerca de US$ 400 milhões. Não ficou rico, mas fez uma coisa boa: depois de se formar, foi para São Francisco e criou o site Causes, um serviço de doações online que já arrecadou US$ 47 milhões para 50 mil instituições de caridade.

Revista Super interessante – mar/2012


Tendência – Couro

Padrão

O couro deixou de ser tendência apenas de inverno. Esteve presente no verão numa versão mais fina e agora vem para o inverno em várias peças de vestuário. Quem não tem, aproveite e vá às compras! Escolha a peça que combina melhor com seu estilo e entre nesta tendência.

Couro total

Detalhes em couro

Jaquetas com tachas

Jaqueta

Calça

Blusa

Blusa

Colete com manga

Colete

Colete

Shorts

Bermuda

Casacos

Conjuntos

Conjunto

Vestidos

Vestido (lindo!)

Saia (amei!)

Saias

Saias

Como conservar:

Por ser pele animal, o couro e os acamurçados estão sujeitos ao ataque de fungos, principalmente quando guardados em locais úmidos e escuros. Desta forma, as peças não devem ser guardadas em sacos plásticos, pois este tipo de embalagem cria umidade e se torna um habitat perfeito para a proliferação de microorganismos. O melhor é envolver o couro numa capa de TNT, de preferência escura, para evitar que a peça se degrade com a incidência da luz.

O casaco de couro ou camurça deve ser pendurado em cabides plásticos ou de madeira. Eles precisam ser largos para evitar deformação nas áreas dos ombros.

Nunca se deve guardar peças de couro ou camurça quando estiverem úmidas – vale tanto para chuva, como para o suor. O correto é arejar e secar a peça de um dia para outro para, então, guardá-la.

Quando a peça for ficar no armário por longo período, o ideal, além de protegê-la com a capa escura de TNT, é expô-la a cada 30 dias em local fresco e arejado, sempre na sombra. Se quiser deixar o couro ou a camurça um pouco no sol – dez minutos são suficientes – não remova a capa de TNT.

Após a lavagem, toda peça em couro precisa ser hidratada e os acamurçados devem passar por um processo para reavivar sua cor original. O ideal é deixar esta tarefa a cargo de profissionais especializados porque, durante o processo de limpeza, há o risco de desbotamento.

Quando conservamos corretamente o couro e fazemos pouco uso da peça, pode-se até chegar a lavá-lo após um ano. Se houver um uso freqüente, o ideal é lavá-lo a cada seis meses.

 http://itodas.uol.com.br/

Projeto Favela Painting – Rio de Janeiro

Padrão


Como parte do programa Shenzhen Hong Kong Biennale’s, o estúdio de arte coletiva holandês Haas & Hahn (Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn) desenvolveu o projeto Favela Painting com a parceria da Fundação Firmeza.

Depois de visitarem as favelas do Rio de Janeiro para realizar um documentário/videoclipe de hip-hop para a MTV,  eles  resolveram ficar um pouco mais e a idéia nasceu da observação da arquitetura das favelas que é, em si, bem peculiar e triste.

O projeto visa repensar, redesenhar e requalificar as paisagens urbanas e as transformar em verdadeiros murais de arte, tornando-as mais agradáveis.

O objetivo é dar a essas áreas um novo olhar, tirando a percepção da violência, do tráfico de drogas, do preconceito que envolve esses espaços urbanos, levar beleza para a vida das pessoas e inspirar,colorir os espaços com cores vibrantes e imagens que dialoguem com seus habitantes.

As pinturas são feitas coletivamente com a ajuda dos jovens da comunidade, que são capacitados, introduzidos nas técnicas do grafite e incentivados a entrar no mundo da arte. O projeto se iniciou na favela do Cruzeiro depois Santa Marta,e deve atingir a todas no Rio de Janeiro.

Para quem quiser saber mais sobre o projeto, pode escrever um e-mail para o Haas e o Hahn: info@favelapainting.com.

http://www.aiecasa.com/

http://www.passionforideas.com.br/

http://gabinetedecuriosidades.blogspot.com.br/
http://lounge.obviousmag.org/

http://vibedoamor.files.wordpress.com/

A arte em bolinhas – Yayoi Kusama

Padrão

Yayoi Kusama  é considerada uma das maiores artistas plásticas POP do Japão. Nascida em 1929, ela compõe arte com pinturas, colagens, esculturas, performance e instalações. Com 82 anos, conhecida por seu trabalho com Bolinhas (que alguns chamam de Dots Obsession), começou cobrindo superfícies, paredes, pisos, quadros, e mais tarde, objetos domésticos e assistentes nus com bolinhas, que se tornaria marca registrada de seu trabalho.

Abandonou o circuito internacional em 1975, quando decidiu deixar Nova York e voltar para Tóquio, a fim de se internar em um hospital psiquiátrico, onde está até hoje. Seu ateliê fica próximo à instituição, assim, ela pode trabalhar frequentemente.
Sofre de TOC – transtorno obsessivo-compulsivo – em alto grau. Uma de suas maiores obsessões são os pontos. Ela os vê como símbolo de doença, a enfermidade que toma a tudo e a todos. Eles são onipresentes tanto em sua arte quanto em seu dia-a-dia – a artista costuma cobrir seu corpo e suas roupas com numerosos pontos. Nas entrevistas que concede, ela diz que suas obras são representações das alucinações que sofre, sua maneira de mostrar aos outros as coisas que só ela vê durante seus surtos.

Yayoi Kusama é bem conhecida no mundo da arte contemporânea, mas seu nome pode ser novo para os amantes de acessórios.  Fez trabalhos no mundo fashion e da moda. No lindo design para os 10 anos do gloss Juicy Tubes da Lâncome, e  seu gráfico arrojado parece perfeito para uma colaboração  LouisVuitton , em roupas, sapatos, bolsas, jóias e relógios.

No Japão, Kusama é um grande nome das artes, talvez o mais famoso, ainda atuante, apesar da idade, do distúrbio e dos 33 anos de internação.

 Minha arte é uma expressão da minha vida, sobretudo da minha doença mental.

 http://www.purseblog.com/

Site Oficial da artista: http://www.yayoi-kusama.jp/

Perplum – Você pode usar…

Padrão

Origem da Tendência:

Na Grécia antiga, a vestimenta usada pelos gregos recebia o nome de “Peplos” e era uma túnica com um tecido dobrado na cintura, criando certo volume.

Nos anos 40, a tendência do babado nos quadris voltou graças ao estilista Christian Dior. Com um estilo super feminino, discreto e delicado, era muito visto em jaquetas e terninhos, formando conjunto com saias em corte lápis e godé.

Nos anos 80 o Peplum ressurgiu, ainda mantendo esse estilo super feminino, mas combinado com as proporções da época, calças carrot e mangas bufantes ou  com ombreiras.

Seu tamanho e volume podem variar, mas geralmente, é aplicado sempre na região da cintura até os quadris,podendo cobrir toda a circunferência ou ficar localizado nas laterais, na frente ou nas costas.

Como usar:

Saias e vestidos

Quadris largos – Aposte em modelos mais discretos para não evidenciar a região, como babados menores e cores escuras.

Quadris estreitos – Esta proposta é perfeita para mulheres que têm cintura reta e quadris estreitos. Abuse do volume e de babados mais elaborados.

Barriga –  Como cobrem toda a circunferência do corpo, definem a cintura disfarçando-a.

Cintura – Para quem quer deixar o Peplum ainda mais marcado e afinar ainda mais a cintura, aposte no  cinto.

Jaquetas, camisas e blusinhas

Essas peças estão liberadas para todos os tipos de corpo. Em geral são ótimas maneiras de começar a usar a referência, afinal possuem babados mais discretos.

Para completar a produção

Um belo sapato de salto alto reforça ainda mais a elegância desta tendência, além de combinar harmoniosamente com a proposta e ajudar a montar uma produção elegante.

Evite bolsas a tiracolo,dê preferência às clutchs, bolsas de mão e maxi carteiras.

Pesquisa:

http://ocantinhodavaidade.blogspot.com.br/

http://www.garotasestupidas.com/

http://www.lookdodia.com.br/

http://blog.glossybox.com.br/