Tempo de Despertar

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Hoje, a tarde, reassisti ao filme Tempo de Despertar (título original Awakenings) com  Robert de Niro e Robin Willians. A atuação deles é algo impecável. Robert de Niro teve até uma indicação ao Oscar por sua atuação e venceu o NYFCC Award 1990, como melhor ator.
 

A história emociona e nos faz refletir sobre os doentes que, segundo a medicina, estão alheios ao nosso mundo, e nos faz questionar se a presença e a dedicação dos entes queridos,  não está sendo percebido e sentido por eles trazendo-lhes conforto diante de sua saga.

A história da amizade durante este emocionante filme é um testamento da ternura do coração e a força da alma humana.

 Na minha opinião, qualquer ser humano, sem distinção, é merecedor da atenção e do empenho das pessoas, para ajudar a minimizar seu desconforto emocional e físico. Isso sim é viver no bem e amar ao próximo.
Outro sentimento que repensamos é a importância de viver intensamente cada momento de nossas vidas, pois amanhã pode ser tarde demais!

Este filme é muito antigo, de 1990, mas merece ser revisto. Chorei  muito! Tudo de novo… e pesei minhas atitudes em relação ao meu próximo. Não sou de todo ruim! mas posso e devo melhorar!

Indico! Faça essa viagem no tempo!

SACKS, OLIVER
Nasceu em Londres, em 1933. Mora em Nova York, onde é professor de neurologia clínica do Albert Einstein College of Medicine. Seu livro “Tempo de despertar” inspirou o filme homônimo com Robert De Niro e Robin Williams. Entre seus livros publicados, estão: “Um antropólogo em Marte”; “Com uma perna só”; “Enxaqueca”; “O homem que confundiu sua mulher com um chepéu”; “A ilha dos daltônicos”; “Tio Tungstênio”; “Vendo vozes”.

Também conhecida como”‘doença do sono”, a encefalite letárgica assumiu proporções epidêmicas depois da Primeira Guerra Mundial. Durante décadas, os doentes oscilaram entre o sono profundo e um estado de vigília entorpecido, ficando condenados a viver na imobilidade a dialogar como sonâmbulos com o mundo exterior. Entre 1969 e 1972, porém, o uso intensivo de uma droga – a levodopa – provocou o “despertar” dos pacientes do dr. Sacks no hospital Mount Carmel, nos Estados Unidos. Mais do que um simples avanço científico, Sacks descobre aí uma porta de entrada para as “paisagens mentais” do ser humano. Sacks nunca parou de refletir sobre sua experiência e a produzir novos ensaios, em que discute a crença médica em ‘drogas milagrosas’, confronta a noção de doença com a teoria do caos e comenta as obras de ficção que sua “neuroantropologia” inspirou.

Sinopse do filme

Bronx, 1969. Malcolm Sayer (Robin Williams) é um neurologista que conseguiu emprego em um hospital psiquiátrico. Lá ele encontra vários pacientes que aparentemente estão catatônicos, mas Sayer sente que eles estão só “adormecidos” e que se forem medicados da maneira certa poderão ser despertados. Assim pesquisa bem o assunto e chega à conclusão de que a L-DOPA, uma nova droga que já estava sendo usada para pacientes com o Mal de Parkinson, deve ser o medicamento ideal para estes casos. No entanto, ao levar o assunto para o diretor, ele autoriza que apenas um paciente seja submetido ao tratamento. Imediatamente Sayer escolhe Leonard Lowe (Robert De Niro), que há décadas estava “adormecido”. Gradualmente Lowe se recupera e isto encoraja Sayer em administrar L-DOPA nos outros pacientes, sob sua supervisão. Logo os pacientes mostram sinais de melhora e também mostram-se ansiosos em recuperar o tempo perdido. Mas, infelizmente, Lowe começa a apresentar estranhos e perigosos efeitos colaterais…
Curiosidades:
O livro no qual o roteiro de Awakenings foi baseado é quase uma autobiografia de Oliver Sacks, que no filme seria o personagem Malcolm Sayer.
Antes do início das filmagens, os atores Robert De Niro e Robin Williams assistiram a vários vídeos dos pacientes de Oliver Sacks, bem como visitaram diversas vezes o hospital onde Sacks trabalhava, com o objetivo de observar seus pacientes.
Em uma das cenas, Robin Williams acidentalmente quebrou o nariz de De Niro com o cotovelo e, De Niro, tempos depois, comentou que seu nariz já tinha sido quebrado anteriormente, mas na direção oposta, e que este segundo acidente havia colocado o seu nariz no lugar certo.
“Cinema é como um sonho, como uma música. Nenhuma arte perpassa a nossa consciência da forma como um filme faz; vai diretamente até nossos sentimentos, atingindo a profundidade dos quartos escuros de nossa alma”.  Ingmar Bergman
Pesquisa:

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Sobre Senhoras na Moda - Vanda Panzica

Sempre gostei muito de moda e de criar ou tirar idéias para montar meu próprio look. Com a idade temos que observar mais detalhes que nos ajudem a conservar a elegância, esconder imperfeições, realçar belezas que a idade ainda não apagou, além de nos preocuparmos com looks de custos razoáveis. Senti falta de blogs direcionados à nossa faixa etária e foi então que resolvi criar este, aos 58 anos de idade.

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