Arquivo diário: 06/06/2012

Fotografia – Técnica Light Painting

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Light painting é uma técnica encantadora, mas nada recente. Esta técnica fotográfica, literalmente traduzida como “pintura de luz”, existe há pelo menos 60 anos. Em 1949, o célebre fotografo Gjon Mili , da Time Magazine, capturou uma série de emblemáticas pinturas de luz do não menos famoso Pablo Picasso.

Assim como várias outras técnicas, o light painting vem se popularizando na última década graças às câmeras digitais. Afinal, agora é muito mais fácil conferir se o experimento está dando certo e corrigir detalhes, sem precisar esperar a revelação do filme.

Existem dois tipos de pinturas de luz: aquelas em que a iluminação é apontada direto para a câmera, criando rastros luminosos como tubos de neon, e outras mais sutis, em que a fonte de luz é usada para iluminar seletivamente uma imagem. Em outras palavras, no primeiro tipo a própria luz se torna o assunto da foto, enquanto no segundo, ela só revela ou destaca detalhes do assunto.

No final… o resultado é uma profusão de luzes, colorido, efeitos encantadores!

Pesquisa:

http://www.techtudo.com.br/

Museu Subaquático – México

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Mais uma viagem pela internet que resultou em um achado fantástico…

Além das lindas praias,Cancun possui agora um museu subaquático, inaugurado  no Parque Nacional Marinho. O acervo conta com mais de 400 esculturas, tornando-se o maior museu submerso do mundo, com 120 metros de profundidade.

Jason deCaires  Taylor, escultor inglês, dedicou 2 anos de sua vida na criação destas esculturas. Todas as peças foram feitas com um cimento especial, de PH neutro, que possibilita o crescimento de corais e formação de recifes. As peças retratam figuras humanas em situações cotidianas e foram feitas em tamanho real.

Jason nasceu  em 1974, filho de pai inglês e mãe guianense, crescido na Ásia e na Europa, educado na Inglaterra, passou a vida em contato com o mar e chegou a ser instrutor de mergulho e premiado fotógrafo subaquático, famoso por suas imagens dramáticas. Formado em artes e especializado em esculturas de pedras, o artista foi o primeiro a fazer instalações submarinas, ganhando fama com o primeiro parque de esculturas submerso do mundo em 2006, em Granada, Caribe.

O Museu de Cacun é dividido em três estágios, são eles: Machones reef, Punta Nizuc e Punta Cancun.

A iniciativa tem como objetivo incentivar o turismo na região e, também,  manter os turistas longe dos corais marinhos, que já foram muito danificados devido ao grande número de mergulhadores nos últimos anos.

Segundo a imprensa mexicana, 350 mil dólares foram investidos.

Pesquisa:

http://www.vnews.com.br/

http://www.amigosdojoe.com/

Inverno, se aqueça com Poncho

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Procurando um tema para hoje, resolvi falar sobre poncho (sabe? aquele agasalho enorme! que cobre quase todo o corpo, dependendo do tamanho), e me lembrei que tenho um de cashmere que meu marido trouxe do Chile, há muitos anos atrás, e vejam só!… está na moda… Será que você também não tem um guardado no seu brechó particular?… É hora de usá-lo!

Você sabe tricotar? Mãos à obra… Ponha sua criatividade em ação…Faça o seu! Já pensou? todo mundo elogiando seu trabalho?

O Poncho (do quechua: punchu) e Ponche (do Tupi-guarani), é uma vestimenta tradicional da América do Sul. O gaúcho do meio rural usa-o para proteção do frio e do vento, sobre a vestimenta usual, sendo feito em teares com lã de ovelha. Nas cidades ainda se pode vê-lo em dias frios como sobretudo. Ainda serve como cobertor improvisado.

Na América andina é feito de lã de lhama, alpaca ou vicunha. Comercialmente, por vezes, são feitos com fibras sintéticas.

Consiste basicamente em um tecido de aproximadamente 3,5 x 2,5 metros com uma abertura no centro, para ser passada pela cabeça e apoiado nos ombros. É imprescindível que seja quente.

Hoje aparece nas coleções outono-inverno das melhores grifes. Transformar o poncho em um elemento fashion é o desafio dos grandes estilistas, combinando-os com acessórios e variando com tecidos quentes e pesados, proporcionando um melhor caimento. Com uma característica que relembra os tempos clássicos essa é uma peça que permite a combinação com cachecóis e proporciona assim, um visual elegante e diferenciado.

Seja usando o poncho em parceria com um cachecol, para os dias mais frios, ou apenas como um adereço de estilo, a peça deve fazer parte dos guarda-roupas mais antenados para a próxima estação. Uma forma de colocar o conforto em primeiro plano e manter-se na moda.

Cai como uma luva para mulheres altas e longelíneas, que podem abusar de silhuetas justas abaixo do poncho. As mais baixinhas devem optar por ponchos mais curtos.

Todos os tipos físicos, podem combiná-lo com a parte de baixo da silhueta  justa, já que o poncho é volumoso por si só. Aproveite a febre das leggings neste momento e use as duas peças juntas.

Há uma variação de ponchos no mercado, algumas marcas fizeram modelos sem volumes com cortes assimétricos, mais fáceis de serem usados, pois são mais ajustados, podendo até compor com saias. Para as magras e altas, tudo fica bom, até com uma saia lápis. Nesse caso, escolha um modelo mais minimalista e sofisticado.

Dependendo do estilo que quer fazer, um estilo mais étnico cai bem com varias pulseiras e brincos. Se tiver volume na gola, não use colares. Nos pés, as bota vão bem, tanto ankle, como longas,  e um saltinho sempre ajuda a alongar.

Amei!

Fácil de fazer!

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