Arte urbana de Alexandre Farto

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Alexandre Farto,nascido em Portugal, tinha cerca de 10 anos quando se interessou pelo graffiti.  Começou a pintar na rua com apenas 13 anos, primeiro nas paredes e depois em trens, com amigos ou sozinho. Nesses primeiros anos, pintar trens tornou-se sua principal atividade, primeiro em Portugal, depois um pouco por toda a Europa. Viajava para ir pintar .
Seu interesse pela arte começou muito mais tarde, decidiu seguir a via das artes pelo que fazia no graffiti, que deu-lhe uma grande base para decidir os seus interesses e o seu futuro profissional. A certa altura começou a ter vontade de partir para outras direções e explorar novas técnicas e caminhos.
Encontrou primeiro no stencil uma ferramenta que abria inúmeras novas possibilidades e mais tarde começou a explorar outras ferramentas e processos que lhe permitiram alargar a comunicação a pessoas que não estavam dentro do meio do graffiti, que é, por natureza, um meio muito fechado. Tornou-se interessante levar o seu trabalho a um público muito mais abrangente.

Um  elemento determinante para a sua técnica de esculpir paredes foi o contraste em termos de comunicação de rua que presenciou enquanto crescia, entre os velhos murais políticos pós-25 de Abril de 1974 e a crescente presença da publicidade capitalista. Este confronto visual entre épocas e ideologias diferentes, entre o velho e o novo, decadência e ostentação, num período de crescimento urbano desenfreado e selvagem em Portugal marcou-o muito em termos de identidade visual, que mais tarde veio a explorar.

Tenta com o seu trabalho escavar as várias camadas que compõem o edifício da história, pegar nas sombras deste modelo de desenvolvimento uniformizador para tentar compreender o que se encontra por trás. A procura de uma base funcional, de uma base cultural que foi perdendo nitidez ao passar de geração em geração, de uma comunicação primordial que foi gradualmente afetada por camadas de ruído que nos foram distanciando uns dos outros.

O processo de remoção de camadas, esta destruição para expor, para revelar, tornou-se cada vez mais crua, de ferramentas mais simples como o x-acto à lixívia, ácidos corrosivos, martelo e escopro, martelo pneumático…

Atualmente o artista divide seu tempo entre Lisboa e Londres. Sua ideia é levar sua arte para o maior número de lugares que tiver possibilidade.

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Sobre Senhoras na Moda - Vanda Panzica

Sempre gostei muito de moda e de criar ou tirar idéias para montar meu próprio look. Com a idade temos que observar mais detalhes que nos ajudem a conservar a elegância, esconder imperfeições, realçar belezas que a idade ainda não apagou, além de nos preocuparmos com looks de custos razoáveis. Senti falta de blogs direcionados à nossa faixa etária e foi então que resolvi criar este, aos 58 anos de idade.

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